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Número de imigrantes e descendentes libaneses no Brasil é maior que o de habitantes no Líbano

quinta-feira, 14 de junho de 2012 0 comentários

Divulgação
Segundo a Associação Cultural Brasil- Líbano, no Brasil vivem cerca de 8 milhões de libaneses e descendentes, o dobro da população que mora no país localizado no Oriente Médio, que, de acordo com a Embaixada do país no Brasil, tinha 3,6 milhões de habitantes em 2005.

Os primeiros libaneses, segundo o Consulado do país em São Paulo, chegaram ao Brasil em 1880, após visita de Dom Pedro II ao Líbano. A colônia libanesa cresceu ao longo dos anos, chegando a 70 mil libaneses e sírios em 1950. Os lugares mais procurados foram o Amazonas, São Paulo e Minas Gerais. 

Muitos desses libaneses trabalharam como mascates, vendedores de porta a porta e no setor de comércio.Na Avenida Nossa Senhora do Sabará, no bairro da Vila Arriete, zona sul da capital paulista, encontramos diversas famílias libanesas. Ouça na reportagem especial sobre a imigração libanesa no Brasil, o que Hosni Hage, Moussab El Orra e Hossein Dassouki falaram sobre suas experiências em outro país e sua ligação com a terra natal:

  DOMÍNIO ETCETERA ESPECIAL - Conexão Líbano-Brasil by ComunicEtcetera1

Culinária internacional ganhando São Paulo

0 comentários

Robert Kindermann (CC)
A maior cidade da América Latina São Paulo é uma das cidades mais ricas no quesito diversidade gastronômica. Aqui você pode experimentar desde um frango xadrez, comida típica chinesa, a um shatz platz, prato alemão.

Também é possível experimentar a comida grega, que é conhecida por ser saudável.Ela conta com alguns elementos chaves como os ingredientes frescos, especiarias e ervas e o tão famoso azeite de oliva.

Os gregos trouxeram para o Brasil o moussaka, prato que popularizou-se em solo brasileiro. Ele é composto basicamente por camadas de berinjela, intercalado com batata, molho de carne com tomates e tudo coberto com molho branco, queijo e depois gratinado.

Conversamos com o Thrassyvvoulous Georgios Petrakis, 95 anos, mais conhecido como Senhor Trasso, que é proprietário do Acrópoles, uma casa cinquentona que fica localizada na região central, no bairro do Bom Retiro. Ele, que foi eleito personalidade gastronômica de 2009 pela revista Veja São Paulo, nos contou um pouco mais sobre a culinária grega na nossa reportagem sobre a diversidade gastronômica em São Paulo, que você pode conferir abaixo.


PROGRAMA DOMÍNIO ETCETERA - Babel gastronômica em SP by ComunicEtcetera1

Das praias brasileiras para o Mundo

sexta-feira, 27 de abril de 2012 0 comentários

Exportação de moda praia movimenta a economia e o setor de indústria têxtil



Foto: Divulgação
Segundo a ABIT, Associação Brasileira de Indústria Têxtil, em 2010 as confecções brasileiras produziram 299 milhões de peças moda praia, U$ 2,4 bilhões. Cerca de U$ 12 milhões somente de peças exportadas.

Para incentivar as exportações, a associação em parceria com a Apex, Agência Brasileira de promoção de Exportações e Investimentos, promove o TexBrasil. Criado em 2001, a ABIT destaca que o projeto desenvolve programas estratégicos para auxiliar o setor na exportação da produção.

O jeito brasileiro espalhado pelo Planeta

Cortininha, asa-delta, engana mãe-mãe, tomara-que-caia, fio dental; liso ou estampado. Existe no mercado atualmente uma diversidade de modelos de biquínis. Criado em 1946, pelo francês Louis Reard, a peça foi classificada como indecente, por deixar a mostra o corpo das banhistas.

A popularização da peça ocorreu ao poucos. Atrizes, como Brigitte Bardot e Marilyn Monroe, ajudaram a difundir o uso do biquíni. No Brasil, na década de 60, a garota de Ipanema, Helô Pinheiro, foi imortalizada por Tom Jobim e Vinicius de Morais.

65 anos depois da sua invenção, o biquíni é usado em praias do mundo inteiro. A consultora e produtora de moda, Bárbara Mello, afirma as pessoas se vestem conforme sua cultura local: “as diferenças culturais acabam influenciando diretamente em todos os segmentos de moda, principalmente o de moda praia”.

Bárbara ressalta que as brasileiras preferem o modelo fio-dental, enquanto norte-americanas e européias adotam o “fraldão”: as brasileiras costumam usar biquínis mais cavados e pequenos. Já as européias e norte-americanas são mais conservadoras, utilizando biquínis maiores, partes de baixo grandes”.

Porém, a preferência quanto ao modo de se vestir na hora de ir à praia não inibiu a exportação de não só de biquínis, mais também de maiôs, sungas, e saídas de banho.

Nicolas Katsorchis, dono da marca Mar Egeu, explica que a confecção fabrica roupas moda praia há 16 anos. A empresa, fundada em 1967, produz anualmente 120 mil peças. Metade é distribuída no país, principalmente em São Paulo - a outra parte da produção é exportada, para a Europa e EUA, totalizando 36 países.

Desenhadas por estilistas próprios e terceirizados, Nicolas destaca que as peças exportadas demonstram o gosto do Brasil: “as peças podem ser adaptadas ao gosto local, mas prezamos em levar o jeito brasileiro de se vestir ao outros países”, explicou.

Já a consultora de moda lembra que mesmo na praia é possível ficar elegante: “qualquer segmento da moda, seja um traje mais casual, chique ou moda praia é necessário ter bom senso em relação ao que combina com o seu tipo de corpo. Muitas mulheres ficam elegantes usando moda praia, combinando com cangas, saídas de praia, chapéu e acessórios, completou.

 
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