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Envelheça com saúde praticando atividades físicas

quinta-feira, 14 de junho de 2012 0 comentários

Jogadora de vôlei  Zilda Leite participa do JORI
Foto: Vivian 
Exercícios físicos promovem a saúde da terceira idade. Segundo a Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (SBME) e a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), o exercício físico melhora a qualidade de vida do idoso, e vem atraindo vários benefícios, entre eles a prevenção de doenças que pode deixa-los incapacitados, pois na melhor idade, os exercícios atuam revertendo perdas, como a massa muscular e a massa óssea contribuindo com a autonomia funcional dos órgãos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que seja praticada, 150 minutos de exercícios físicos regulares durante a semana. Quando os exercícios são feitos com regularidade o risco de mortalidade diminui. Qualquer atividade física faz bem para a saúde, e o sedentarismo o inimigo da saúde. Ante de praticar qualquer atividade física por mais simples que seja, é necessária uma orientação médica. Segundo o Médico Geriatra Dr. Carlos André Freitas, se o idoso já pratica exercícios leves como pequenas caminhadas na calçada, na praça ou na praia, algo que não exija muito esforço físico, o mesmo pode dar continuidade à atividade, mas se ele pretende fazer uma atividade de maior intensidade ou um esporte que vá exigir um esforço a mais, é necessária a busca por uma orientação médica. Os exercícios físicos e a prática de esportes podem promover a saúde do grupo de pessoas da melhor idade, bem como a vida social, psicológica e física sofrem melhorias. Pensando nisso o Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo criou o Núcleo de Atenção ao Idoso (NAI), que tem como uma de suas principais tarefa a criação de projetos voltados aos idosos, entre eles está os Jogos Regionais do Idoso (JORI), que foi criado em 1996 e abrange todo o interior do Estado de São Paulo, a coordenadora do Núcleo de Atenção do Idoso, Magali Teresinha da Silva, diz que o projeto conta com a ajuda da Secretaria do Esporte do Estado de São Paulo, que repassa uma verba para cada município sede. Este ano os números de atletas participantes são de 1000 mil a 1200 mil e duzentos por região. A jogadora de vôlei Zilda Leite, diz que o esporte mexe com a sua mente e que no começo foi difícil conviver com o preconceito, pois as pessoas não aceitavam a participação do idoso nas atividades físicas, mas isso está mudando e que independente da idade todos devem praticar esportes e cuidar da saúde.

Tecnologia facilita aprendizado e impulsiona o ensino a distância

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Aparelhos digitais ganham novos espaços e são explorados a serviço da educação
Janto Dreijer (CC)
O século XXI é marcado pela evolução da tecnologia, para comprovar isso é só olhar ao redor, não é preciso ir longe para se deparar com a utilização de vários dispositivos eletrônicos, como computadores, celulares, câmeras e MP3 players. Na educação não é diferente, e para alunos que moram longe das universidades ou não conseguem comparecer às aulas todos os dias, cursar Educação a Distância (a famosa EAD) pode ser a solução.
Aliás, esse método de ensino vem crescendo no Brasil, segundo uma pesquisa da Associação Brasileira de Educação a Distância, em 2008, eram 686.18 estudantes matriculados. Atualmente, essa perspectiva subiu em 45.000%, o que mostra o grande aumento da procura por esse tipo de ensino.
Se antes as salas de aula só utilizavam o quadro negro, giz, lápis e cadernos, aos poucos estes recursos estão sendo substituídos ou auxiliados por novas ferramentas. No cenário atual, meios digitais como tablets, computadores, lousas interativas, livros, internet e softwares tem facilitado o aprendizado. A comunicação se tornou mais rápida e dinâmica, assim como a expansão do conhecimento na sociedade.
Para estudar a distância é simples e prático, requer apenas um computador e conexão à internet. Os cursos mais procurados estão ligados à área da educação, como Pedagogia e Licenciatura. A EAD pode parecer novidade, no entanto, o uso dessa metodologia data o ano de 1990, na Alemanha.
No Brasil, a popularização aconteceu depois da regulamentação do método, em 1998, logo em seguida nasceram as primeiras turmas de ensino superior a distância, o que possibilitou o aprendizado via web para pessoas residentes em locais afastados das metrópoles e universidades, como afirma o jornalista (e blogueiro) do jornal O Estado de S.Paulo Renato Cruz.

Pod Cast: Educação a distância (Renato Cruz mp3) by ComunicEtcetera1

Culinária internacional ganhando São Paulo

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Robert Kindermann (CC)
A maior cidade da América Latina São Paulo é uma das cidades mais ricas no quesito diversidade gastronômica. Aqui você pode experimentar desde um frango xadrez, comida típica chinesa, a um shatz platz, prato alemão.

Também é possível experimentar a comida grega, que é conhecida por ser saudável.Ela conta com alguns elementos chaves como os ingredientes frescos, especiarias e ervas e o tão famoso azeite de oliva.

Os gregos trouxeram para o Brasil o moussaka, prato que popularizou-se em solo brasileiro. Ele é composto basicamente por camadas de berinjela, intercalado com batata, molho de carne com tomates e tudo coberto com molho branco, queijo e depois gratinado.

Conversamos com o Thrassyvvoulous Georgios Petrakis, 95 anos, mais conhecido como Senhor Trasso, que é proprietário do Acrópoles, uma casa cinquentona que fica localizada na região central, no bairro do Bom Retiro. Ele, que foi eleito personalidade gastronômica de 2009 pela revista Veja São Paulo, nos contou um pouco mais sobre a culinária grega na nossa reportagem sobre a diversidade gastronômica em São Paulo, que você pode conferir abaixo.


PROGRAMA DOMÍNIO ETCETERA - Babel gastronômica em SP by ComunicEtcetera1

Reutilização do óleo de cozinha ajuda preservar o meio ambiente

sexta-feira, 4 de maio de 2012 0 comentários

Óleo reciclado é utilizado na produção de outros produtos, como sabão ecológico e biodisel

Foto: Nayara Reynaud
Um litro de óleo pode contaminar até um milhão de litros de água o equivalente ao consumo de uma pessoa por 14 anos. Além de prejudicar o meio ambiente, impermeabilizar o solo dificultando a absorção da água da chuva, entupir tubulações de esgotos e contribuir para a proliferação de baratas e ratos. A decomposição do resíduo no mar libera gás metano que colabora com o efeito estufa e o aquecimento global. O CH4 (metano) é considerado um forte poluente por reter mais radiação solar.

A iniciativa de reutilização do óleo de cozinha já existe oficialmente como medida governamental em alguns países como Bélgica, Holanda, França, Espanha e Estados Unidos diferente do Brasil. A partir do óleo reciclado, é possível fazer tintas, sabão ecológico, detergente, amaciantes, ração para animais, lubrificante automotivo e biodiesel. Os benefícios dessa prática são: a preservação dos lençóis freáticos, a diminuição do custo de descontaminação de redes de esgotos e de abastecimento.

De acordo com o portal Ambientebrasil, especializado em notícias do meio ambiente, no mundo apenas 1% do óleo consumido é reciclado e no Brasil esse número sobe para 18%. Muitas donas de casa, estabelecimentos comerciais como bares, restaurantes, lanchonetes ainda não sabem como descartar o óleo residual e acabam jogando na pia, ralo e vasos sanitários.

Há dez anos, a auxiliar de serviços gerais Márcia Silva Santos, de 48 anos, moradora do Campo Limpo, zona Sul de São Paulo, deu origem a uma ideia que surgiu na época da escola. No terceiro ano, depois de aprender nas aulas de Química sobre a reciclagem de óleo de cozinha usado, Márcia começou a produzir em casa sabão ecológico para o consumo interno.

“Gera renda, diminui o impacto social, contribui para a melhoria das condições de vida de nossa população mais carente, faz um grande trabalho de educação ambiental e mudança de paradigma ele tem muitas vantagens”, afirma a diretora do Bióleo, Teodora Tavares. Com o objetivo de diminuir o impacto ambiental causado pelo descarte inadequado do óleo de cozinha usado e gerar renda para financiar projetos sociais destinados a famílias de baixa renda, nasceu o programa Bióleo que produz biodiesel desde 2009 a base de resíduos.

A estrutura de funcionamento da iniciativa tem como fundamento a logística reversa social, que conta com a mobilização de instituições sem fins lucrativos, de regiões pobres de São Paulo, que coletam e vendem o óleo. “Decidimos pelo óleo de fritura usado porque esse resíduo ainda não tinha um mercado definido como o papelão, o papel, a latinha e a pet. Por não ter viabilidade econômica e ninguém quer coletar, cerca de 70% do descarte inadequado desse resíduo é doméstico. Por isso resolvemos atuar nesse meio onde não tem ninguém atuando”, explica Teodora.

Para desenvolver o projeto, Teodora fez um estudo de mercado para ver qual seria a melhor maneira de reciclar o óleo de fritura. A descoberta foi de que a produção de biodiesel é um ramo de negócios em crescimento e com matéria-prima disponível em grande quantidade. Para ter noção, hoje, a ANP determinou uma mistura, obrigatória, de 5% de biodiesel com diesel fóssil, para que o diesel fóssil fique menos poluente. Essa porcentagem é pequena, mas faz anualmente mais de 2,2 milhões de litros de óleo serem consumidos, sendo que 80% do total é produzido de óleo de soja limpo. Atualmente 2 bilhões de litros de óleo de fritura usado são jogados no lixo em todo o país. Mas, se aumentar a mistura obrigatória para 10% de biodiesel, o não será necessário usar tanto óleo de soja limpo, beneficiando o meio ambiente.

“A produção média atual de biodiesel são cinco mil litros por mês. O que significa que 5 mil domicílios contribuem mensalmente para o programa, ou seja, quase 20 mil pessoas já estão mais conscientes sobre a sua responsabilidade socioambiental”, diz Teodora. O programa funciona como ponto de recepção e coleta de óleo. A renda obtida com a venda do resíduo que cada entidade recebe de sua comunidade serve para sustentá-la financeiramente. O biodiesel produzido pela ONG é vendido em leilão, de maneira regularizada pela ANP (Agência Nacional do Petróleo).

Para o futuro, Teodora planeja que o projeto tenha a própria usina de biodiesel, quando houver maior volume de coleta, e pretende uma parceria com a SPTRANS, para abastecer os ônibus com biodiesel. Pensando em sustentabilidade e melhorias ao meio ambiente, se o projeto Bióleo conseguir ampliar sua atuação para os veículos de transporte público reciclagem de óleo será ainda mais vantajosa, e o ar ficará menos poluído.

 
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