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Musicais exigem preparação do ator

sexta-feira, 15 de junho de 2012 0 comentários

Não basta atuar, cantar e dançar. Para participar de um musical, também é necessário aprender certas técnicas vocais e corporais. A coreógrafa e coordenadora do grupo TeenBroadway, Maiza Tempesta, nos conta neste vídeo abaixo sobre essas especifidades na preparação de um ator para o teatro musical: a técnica de belting, em que é desenvolvido o timbre para que o canto possa soar bem no microfone, e da dança, marcada por movimentos fortes e bastante expressão.





Quer saber mais sobre o mundo dos musicais e o crescimento do mercado em São Paulo? Ouça a reportagem do Domínio Etcetera sobre o tema:

PROGRAMA DOMÍNIO ETCETERA - Broadway Made in Brazil by ComunicEtcetera1


Veja abaixo mais alguns detalhes sobre o blog, o curso e os espetáculos citados:

Na Broadway
Blog criado pelo ator Thiago Haaz em março de 2012 para falar sobre o mercado de musicais.
http://nabroadway.wordpress.com/

TeenBroadway
Grupo que oferece cursos de teatro musical há mais de 15 anos. Coordenado pela coreógrafa Maiza Tempesta, o TeenBroadway já preparou diversos atores que estão nos principais musicais do eixo Rio-São Paulo, como os espetáculos, A Família Addams, O Violinista no Telhado e Tim Maia - Vale Tudo (o protagonista Tiago Abravanel estudou no TeenBroadway).
http://www.teenbroadway.com.br/


Espetáculos em São Paulo


Priscilla - a Rainha do Deserto

Priscilla conta a divertida e tocante história de três drag queens que vão de Sydney até uma cidade turística no remoto deserto australiano para realizar seu espetáculo. Durante o caminho, Mitzi (Luciano Andrey), Felicia (André Torquato) e Bernadette (Ruben Gabira) estreitam laços de amizade e vivem grandes aventuras dentro do velho ônibus de excursão, carinhosamente apelidado de Priscilla.
- Elenco: Luciano Andrey, Ruben Gabira, André Torquato, Saulo, Vasconcelos, Simone Gutierrez, Priscila Borges, Lívia Graciano, entre outros nomes
- Quando: de quinta a domingo
- Onde: Teatro Bradesco – Shopping Bourbon – Rua Turiassú, 2100 (3º piso) – Perdizes – São Paulo
- Horário: quintas e sextas, 21h; sábados, 17h e 21h; domingos, 16h e 20h
- Preços: de R$ 40 a R$ 250
Ingressos: na bilheteria; no site www.ingressorapido.com.br ; e pelo telefone 4003-1212
- Informações: www.musicalpriscilla.com.br

A Família Addams

A Família Addams apresenta uma história original, um verdadeiro pesadelo de todos os pais. Sua filha mais nova transformou-se em uma jovem mulher, e para piorar, apaixonou-se por um doce e inteligente jovem de uma família tradicional. Sim, Wandinha Addams, a última princesa das trevas, tem um namorado "normal". Para os pais, Gomez e Morticia, esse é um acontecimento que irá virar de cabeça para baixo a casa dos Addams quando eles são forçados a organizar um jantar para o jovem e seus pais.
- Elenco: Marisa Orth, Daniel Boaventura, Claudio Galvan, Iná de Carvalho, Laura Lobo, Nicholas Torres, entre outros nomes
- Quando: de quinta a domingo
- Onde: Teatro Abril – Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411 – Bela Vista – São Paulo
- Horário: quintas e sextas, 21h; sábados, 17h e 21h; domingos, 16h e 20h
- Preços: de R$ 70 a R$ 250
Ingressos: na bilheteria; no site  www.ticketsforfun.com.br ; e pelo telefone (11) 4003-5588
- Informações: www.afamiliaaddams.com.br

Um Violinista no Telhado

A dupla Charles Möeller e Claudio Botelho assina a versão brasileira do espetáculo da Broadway, baseado nos tradicionais contos judaicos de Sholom Aleichem. A peça conta a história do rústico Tevye, pai de cinco filhas, leiteiro de um vilarejo judeu encravado na Rússia Czarista, que, sempre em conflito para sobreviver e honrar as tradições religiosas, ele enfrenta problemas tanto dentro – as filhas se rebelam contra os casamentos arranjados – quanto fora de casa, em uma época que ataques russos (os chamados pogroms) expulsariam milhões de judeus da região.
- Elenco: José Mayer, Soraya Ravenle, Karina Mathias, Nicola Lama, Ricardo Vieira, Germano Pereira, entre outros nomes
- Quando: de sexta a domingo
- Onde: Teatro Alfa - R. Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro- São Paulo
- Horário: sextas, 21h30;  sábados, 17h e 21h; domingos, 17h
- Preços: de R$ 40 a R$ 200
- Ingressos: na bilheteria; no site www.ingressorapido.com.br ; e pelos telefones (11) 5693-4000 ou 0300 789 3377
- Informações: www.umviolinistanotelhado.com.br

Fame

Com um tema muito atual, a montagem trata das relações de um grupo de jovens alunos durante quatro anos intensos de formação na New York High School of Performing Arts, na 46th Street, em Nova York. Paixão, dedicação, ambições e frustrações são alguns dos temas em cena.
- Elenco: Paloma Bernardi, Kléber Toledo, Marimoon, entre outros nomes.
- Quando: de sexta a domingo
- Onde: Teatro Shopping Frei Caneca – R. Frei Caneca, 569 (6º andar) – Consolação – São Paulo
- Horário: sextas, 21h30; sábados, 17h e 21h; domingos, 18h
- Preços: de R$ 100 a R$ 140
Ingressos: na bilheteria; no site www.ingressorapido.com.br ; e pelo telefone (11) 4003-1212
- Informações: (11) 3472-2226 / (11) 2229-2230 / www.fameomusical.com.br





Empreendedor Individual abra a sua empresa dentro da lei

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O número de empreenderores individuais vem crescendo no país.Em 2009, a Lei Complementar 128/2008, que favorece os trabalhadores brasileiros que vive na informalidade, para transformando-los em Empreendedor Individual (EI) ganha proporções. O que representa um grande crescimento para a economia brasileira.

Empreendedor Individual


Foto: Jéssica S. Benedito
Quando se pensa em empreendedorismo vem de imediato a figura de um empresario bem sucedido, dono de uma média ou grande corporação. Mas a economia vem sendo movimentada por um grupo de empreendedores que viviam na informalidade como: O vendedor de churrasco, a senhora que faz salgados para vender, o pipoqueiro, ou seja, aquela pessoa que trabalhar para si mesma, que não tem vinculo empregatício com nenhuma empresa, não é acionista e mais não recebe salário, mas tem seu próprio negócio e renda anual de R$ 60 mil, esse é o empreendedor individual, que possui cadastro realizado no Portal do Empreendedor e tem seu próprio CNPJ.
Segundo a Analista Administrativa Elaine da Mata, o empreendedor individual (EI), foi feito porque o governo verificou que existiam milhões de pessoas que contribuiam ativamente com o famento brasileiro, através do consumo, da compra de imoveis, veiculos, mas não existia para o país, por estarem na informalidade. Ainda segundo Elaine, hoje no Brasil existem 1.18.497, empreendedores individual, somente na cidade de São Paulo temos 247.170 empreendedores que saíram da informalidade.
No bairro Jardim Três Corações, localizado na Zona Sul, a maioria dos comerciantes locais não conhece o EI. O cabelereiro Sidnei, que está na profissão há doze anos, diz que já ouviu falar sobre o empreendedo individual, mas não parou para pesquisar e saber sobre as vantagens, ou possíveis desvantagens de sair da informalidade atravé do EI.
O Sr. Antônio Ribeiro queiros, de 77 anos trabalha como churrasqueiro há vinte anos, nunca pensou em sair da informalidade, já ouviu falar do empreendedor individual, mas agora não se interessa, pois é aposentado (contribuiu como autonomo), e continua a vender churrasco para complementar a renda, e principalmente para não ficar parado.


à direita Sidnei e a esquerda Sr. Antônio


Foto: Ivani Silva

No bairro Jardim Três corações, localizado na Zona Sul, a maioria dos comerciantes locais não conhece o EI. O cabeleireiro Sidnei, que está na profissão há doze anos, diz que já ouviu falar sobre o empreendedor Individual, mas não parou para pesquisar e saber sobre as vantagens, ou possíveis desvantagens de sair da informalidade através do EI.

O Sr. Antonio Ribeiro Queiros, de 77anos trabalha como churrasqueiro há vinte anos, nunca pensou em sair da informalidade, já ouviu falar do empreendedor individual, mas agora não se interessa, pois é aposentado e continua a vender churrasco para aumentar a renda, e principalmente para não ficar parado.


Simples Nacional

Regime tributário, simplificado aplicado exclusivamente às microempresas e empresas de pequeno porte. O Simples Nacional passou a abranger também o Empreender Individual a partir de 2009, sendo constituída de uma única alíquota que abrange o imposto de renda pessoa jurídica, contribuição social, IPI, ICMS. No caso do EI o valor é diferenciado e cobrado de acordo com o seguimento de sua empresa, comercio e indústria paga o valor de R$ 32,10 (trinta e dois reais e dez centavos), e prestadores de serviços o valor de R$ 36,10 (trinta e seis reais e dez centavos).

O que difere em valores do Simples Nacional do EI, para as micro empresas e empresas de pequeno porte é que o recolhimento de valores da alíquota das duas são calculados sobre o valor do faturamento mensal anual.

Apesar do número de percentual de Empreendedores Individual está crescendo, nos bairros abastados tem muitos empresários vivendo na informalidade é o caso do Cabeleireiro Sidnei e do churrasqueiro Antonio.

Aprenda a usar o site do Sebrae é simples, fácil e rápido:



Como surgiu a arrecadação do Imposto de Renda no Brasil

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Foto: Receita Federal

No Brasil, a primeira tentativa de arrecadação do imposto de renda ocorreu em 21 de outubro 1843, ainda no período Imperial por meio da Lei 317. Basicamente a lei consistia na arrecadação de tributo, progressivo, que recaía sobre os vencimentos percebidos pelos cofres públicos. Entretanto, foi só em 1922 que o recolhimento do imposto foi definitivamente instituído. Nesta fase o imposto tributava o rendimento de pessoas e empresas e atingiu seu ápice de arrecadação no ano de 1943, representando 28% do total da receita tributária federal.
As décadas que consolidaram o imposto de renda vão de mil novecentos  e quarenta e três até mil novecentos e sessenta e três. Durante este período ocorreram várias mudanças políticas e econômicas no país que levaram a inclusão de diversas deduções, como por exemplo, a do imposto de renda sobre lucro na alienação de imóveis, tributação do décimo terceiro, declaração de bens, empréstimos de compulsórios, despesas médicas entre outras. As décadas de 70 até 80 são marcadas pela evolução tecnológica, nesta fase a Receita Federal já possuí o Primeiro processamento eletrônico da declaração de rendimentos do IRPF. Porém o recebimento das declarações via internet, só acontece no ano de 1997, quando vinte e seis por cento dos brasileiros fazem sua declaração via web. Outro fator que sempre chama a atenção quando se fala em Imposto de Renda no Brasil, é a associação da declaração a figura do leão, pensando nisso o portal Comunic Etcetera entrevistou o contador e professor especializado em controladoria Alexandre Akira, para nos contar um pouco  mai sobre essa curiosidade.
Ouça o nosso Pod Cast:


Pod Cast : IRPF 2012 (Alexandre Akira mp3) by ComunicEtcetera1

Número de imigrantes e descendentes libaneses no Brasil é maior que o de habitantes no Líbano

quinta-feira, 14 de junho de 2012 0 comentários

Divulgação
Segundo a Associação Cultural Brasil- Líbano, no Brasil vivem cerca de 8 milhões de libaneses e descendentes, o dobro da população que mora no país localizado no Oriente Médio, que, de acordo com a Embaixada do país no Brasil, tinha 3,6 milhões de habitantes em 2005.

Os primeiros libaneses, segundo o Consulado do país em São Paulo, chegaram ao Brasil em 1880, após visita de Dom Pedro II ao Líbano. A colônia libanesa cresceu ao longo dos anos, chegando a 70 mil libaneses e sírios em 1950. Os lugares mais procurados foram o Amazonas, São Paulo e Minas Gerais. 

Muitos desses libaneses trabalharam como mascates, vendedores de porta a porta e no setor de comércio.Na Avenida Nossa Senhora do Sabará, no bairro da Vila Arriete, zona sul da capital paulista, encontramos diversas famílias libanesas. Ouça na reportagem especial sobre a imigração libanesa no Brasil, o que Hosni Hage, Moussab El Orra e Hossein Dassouki falaram sobre suas experiências em outro país e sua ligação com a terra natal:

  DOMÍNIO ETCETERA ESPECIAL - Conexão Líbano-Brasil by ComunicEtcetera1

Envelheça com saúde praticando atividades físicas

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Jogadora de vôlei  Zilda Leite participa do JORI
Foto: Vivian 
Exercícios físicos promovem a saúde da terceira idade. Segundo a Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (SBME) e a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), o exercício físico melhora a qualidade de vida do idoso, e vem atraindo vários benefícios, entre eles a prevenção de doenças que pode deixa-los incapacitados, pois na melhor idade, os exercícios atuam revertendo perdas, como a massa muscular e a massa óssea contribuindo com a autonomia funcional dos órgãos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que seja praticada, 150 minutos de exercícios físicos regulares durante a semana. Quando os exercícios são feitos com regularidade o risco de mortalidade diminui. Qualquer atividade física faz bem para a saúde, e o sedentarismo o inimigo da saúde. Ante de praticar qualquer atividade física por mais simples que seja, é necessária uma orientação médica. Segundo o Médico Geriatra Dr. Carlos André Freitas, se o idoso já pratica exercícios leves como pequenas caminhadas na calçada, na praça ou na praia, algo que não exija muito esforço físico, o mesmo pode dar continuidade à atividade, mas se ele pretende fazer uma atividade de maior intensidade ou um esporte que vá exigir um esforço a mais, é necessária a busca por uma orientação médica. Os exercícios físicos e a prática de esportes podem promover a saúde do grupo de pessoas da melhor idade, bem como a vida social, psicológica e física sofrem melhorias. Pensando nisso o Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo criou o Núcleo de Atenção ao Idoso (NAI), que tem como uma de suas principais tarefa a criação de projetos voltados aos idosos, entre eles está os Jogos Regionais do Idoso (JORI), que foi criado em 1996 e abrange todo o interior do Estado de São Paulo, a coordenadora do Núcleo de Atenção do Idoso, Magali Teresinha da Silva, diz que o projeto conta com a ajuda da Secretaria do Esporte do Estado de São Paulo, que repassa uma verba para cada município sede. Este ano os números de atletas participantes são de 1000 mil a 1200 mil e duzentos por região. A jogadora de vôlei Zilda Leite, diz que o esporte mexe com a sua mente e que no começo foi difícil conviver com o preconceito, pois as pessoas não aceitavam a participação do idoso nas atividades físicas, mas isso está mudando e que independente da idade todos devem praticar esportes e cuidar da saúde.

Tecnologia facilita aprendizado e impulsiona o ensino a distância

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Aparelhos digitais ganham novos espaços e são explorados a serviço da educação
Janto Dreijer (CC)
O século XXI é marcado pela evolução da tecnologia, para comprovar isso é só olhar ao redor, não é preciso ir longe para se deparar com a utilização de vários dispositivos eletrônicos, como computadores, celulares, câmeras e MP3 players. Na educação não é diferente, e para alunos que moram longe das universidades ou não conseguem comparecer às aulas todos os dias, cursar Educação a Distância (a famosa EAD) pode ser a solução.
Aliás, esse método de ensino vem crescendo no Brasil, segundo uma pesquisa da Associação Brasileira de Educação a Distância, em 2008, eram 686.18 estudantes matriculados. Atualmente, essa perspectiva subiu em 45.000%, o que mostra o grande aumento da procura por esse tipo de ensino.
Se antes as salas de aula só utilizavam o quadro negro, giz, lápis e cadernos, aos poucos estes recursos estão sendo substituídos ou auxiliados por novas ferramentas. No cenário atual, meios digitais como tablets, computadores, lousas interativas, livros, internet e softwares tem facilitado o aprendizado. A comunicação se tornou mais rápida e dinâmica, assim como a expansão do conhecimento na sociedade.
Para estudar a distância é simples e prático, requer apenas um computador e conexão à internet. Os cursos mais procurados estão ligados à área da educação, como Pedagogia e Licenciatura. A EAD pode parecer novidade, no entanto, o uso dessa metodologia data o ano de 1990, na Alemanha.
No Brasil, a popularização aconteceu depois da regulamentação do método, em 1998, logo em seguida nasceram as primeiras turmas de ensino superior a distância, o que possibilitou o aprendizado via web para pessoas residentes em locais afastados das metrópoles e universidades, como afirma o jornalista (e blogueiro) do jornal O Estado de S.Paulo Renato Cruz.

Pod Cast: Educação a distância (Renato Cruz mp3) by ComunicEtcetera1

Culinária internacional ganhando São Paulo

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Robert Kindermann (CC)
A maior cidade da América Latina São Paulo é uma das cidades mais ricas no quesito diversidade gastronômica. Aqui você pode experimentar desde um frango xadrez, comida típica chinesa, a um shatz platz, prato alemão.

Também é possível experimentar a comida grega, que é conhecida por ser saudável.Ela conta com alguns elementos chaves como os ingredientes frescos, especiarias e ervas e o tão famoso azeite de oliva.

Os gregos trouxeram para o Brasil o moussaka, prato que popularizou-se em solo brasileiro. Ele é composto basicamente por camadas de berinjela, intercalado com batata, molho de carne com tomates e tudo coberto com molho branco, queijo e depois gratinado.

Conversamos com o Thrassyvvoulous Georgios Petrakis, 95 anos, mais conhecido como Senhor Trasso, que é proprietário do Acrópoles, uma casa cinquentona que fica localizada na região central, no bairro do Bom Retiro. Ele, que foi eleito personalidade gastronômica de 2009 pela revista Veja São Paulo, nos contou um pouco mais sobre a culinária grega na nossa reportagem sobre a diversidade gastronômica em São Paulo, que você pode conferir abaixo.


PROGRAMA DOMÍNIO ETCETERA - Babel gastronômica em SP by ComunicEtcetera1

Reutilização do óleo de cozinha ajuda preservar o meio ambiente

sexta-feira, 4 de maio de 2012 0 comentários

Óleo reciclado é utilizado na produção de outros produtos, como sabão ecológico e biodisel

Foto: Nayara Reynaud
Um litro de óleo pode contaminar até um milhão de litros de água o equivalente ao consumo de uma pessoa por 14 anos. Além de prejudicar o meio ambiente, impermeabilizar o solo dificultando a absorção da água da chuva, entupir tubulações de esgotos e contribuir para a proliferação de baratas e ratos. A decomposição do resíduo no mar libera gás metano que colabora com o efeito estufa e o aquecimento global. O CH4 (metano) é considerado um forte poluente por reter mais radiação solar.

A iniciativa de reutilização do óleo de cozinha já existe oficialmente como medida governamental em alguns países como Bélgica, Holanda, França, Espanha e Estados Unidos diferente do Brasil. A partir do óleo reciclado, é possível fazer tintas, sabão ecológico, detergente, amaciantes, ração para animais, lubrificante automotivo e biodiesel. Os benefícios dessa prática são: a preservação dos lençóis freáticos, a diminuição do custo de descontaminação de redes de esgotos e de abastecimento.

De acordo com o portal Ambientebrasil, especializado em notícias do meio ambiente, no mundo apenas 1% do óleo consumido é reciclado e no Brasil esse número sobe para 18%. Muitas donas de casa, estabelecimentos comerciais como bares, restaurantes, lanchonetes ainda não sabem como descartar o óleo residual e acabam jogando na pia, ralo e vasos sanitários.

Há dez anos, a auxiliar de serviços gerais Márcia Silva Santos, de 48 anos, moradora do Campo Limpo, zona Sul de São Paulo, deu origem a uma ideia que surgiu na época da escola. No terceiro ano, depois de aprender nas aulas de Química sobre a reciclagem de óleo de cozinha usado, Márcia começou a produzir em casa sabão ecológico para o consumo interno.

“Gera renda, diminui o impacto social, contribui para a melhoria das condições de vida de nossa população mais carente, faz um grande trabalho de educação ambiental e mudança de paradigma ele tem muitas vantagens”, afirma a diretora do Bióleo, Teodora Tavares. Com o objetivo de diminuir o impacto ambiental causado pelo descarte inadequado do óleo de cozinha usado e gerar renda para financiar projetos sociais destinados a famílias de baixa renda, nasceu o programa Bióleo que produz biodiesel desde 2009 a base de resíduos.

A estrutura de funcionamento da iniciativa tem como fundamento a logística reversa social, que conta com a mobilização de instituições sem fins lucrativos, de regiões pobres de São Paulo, que coletam e vendem o óleo. “Decidimos pelo óleo de fritura usado porque esse resíduo ainda não tinha um mercado definido como o papelão, o papel, a latinha e a pet. Por não ter viabilidade econômica e ninguém quer coletar, cerca de 70% do descarte inadequado desse resíduo é doméstico. Por isso resolvemos atuar nesse meio onde não tem ninguém atuando”, explica Teodora.

Para desenvolver o projeto, Teodora fez um estudo de mercado para ver qual seria a melhor maneira de reciclar o óleo de fritura. A descoberta foi de que a produção de biodiesel é um ramo de negócios em crescimento e com matéria-prima disponível em grande quantidade. Para ter noção, hoje, a ANP determinou uma mistura, obrigatória, de 5% de biodiesel com diesel fóssil, para que o diesel fóssil fique menos poluente. Essa porcentagem é pequena, mas faz anualmente mais de 2,2 milhões de litros de óleo serem consumidos, sendo que 80% do total é produzido de óleo de soja limpo. Atualmente 2 bilhões de litros de óleo de fritura usado são jogados no lixo em todo o país. Mas, se aumentar a mistura obrigatória para 10% de biodiesel, o não será necessário usar tanto óleo de soja limpo, beneficiando o meio ambiente.

“A produção média atual de biodiesel são cinco mil litros por mês. O que significa que 5 mil domicílios contribuem mensalmente para o programa, ou seja, quase 20 mil pessoas já estão mais conscientes sobre a sua responsabilidade socioambiental”, diz Teodora. O programa funciona como ponto de recepção e coleta de óleo. A renda obtida com a venda do resíduo que cada entidade recebe de sua comunidade serve para sustentá-la financeiramente. O biodiesel produzido pela ONG é vendido em leilão, de maneira regularizada pela ANP (Agência Nacional do Petróleo).

Para o futuro, Teodora planeja que o projeto tenha a própria usina de biodiesel, quando houver maior volume de coleta, e pretende uma parceria com a SPTRANS, para abastecer os ônibus com biodiesel. Pensando em sustentabilidade e melhorias ao meio ambiente, se o projeto Bióleo conseguir ampliar sua atuação para os veículos de transporte público reciclagem de óleo será ainda mais vantajosa, e o ar ficará menos poluído.

Manifestações saem das redes sociais para grandes avenidas

quinta-feira, 3 de maio de 2012 0 comentários

Foto: Emerson Paulo
A internet tem gerado muitos debates por deixar relações humanas apenas no campo virtual. Em alguns casos essa tendência pode ser verificada, porém, em outros eventos, observa-se um fenômeno totalmente contrário. A população tem utilizado os meios digitais como ferramenta para tentar mudar o cenário político, a exemplo do que foi visto na Primavera Árabe, no movimento Occupy Wall Street e, recentemente, em algumas manifestações no Brasil.

Popularização do vôlei é grande ponto da Superliga

quarta-feira, 2 de maio de 2012 0 comentários


Além dos resultados da seleção, o crescimento da liga nacional tem contribuído para o estabelecimento do vôlei como segundo esporte nacional


Foto: Nayara Reynaud
Há dezoito anos, o vôlei já era um esporte conhecido no Brasil pelas conquistas da seleção masculina, medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Los Angeles (1984) e ouro em Barcelona (1992), mas não despertava o mesmo interesse dentro de casa, com a Liga Nacional. Percebendo a necessidade de fortalecer a modalidade, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) criou, em 1994, a Superliga. Durante esses anos, a competição foi se tornando “super” aos poucos.

O aumento gradual do interesse dos clubes, jogadores, patrocinadores e, é claro, do público foi fundamental para o seu desenvolvimento. Hoje, a Superliga, junto com o bom desempenho das seleções masculina, feminina e juvenil, pode ser considerada a base para o crescimento do esporte. “O voleibol é o 2º esporte do país. Já vem de grandes títulos. Então, espero que cada ano que passe venha a melhorar”, deseja Jaqueline Carvalho, capitã do Sollys/Nestlé, equipe de Osasco.

Um rally demorado

A CBV tem realizado diversas ações para melhorar a competição, como modificações do sistema de disputa, criação do ranking dos atletas e, no último ano, da Superliga B. Entretanto, um dos principais problemas enfrentados pelos clubes é o apoio dos patrocinadores. A cada final de temporada, equipes correm o risco de chegar ao fim, ou ficam muito próximas disso.

Jaqueline, atleta do time de Osasco que, em 2009, passou por essa situação com a saída do antigo patrocinador, afirma que o cenário atual é bem melhor, mas deseja que o interesse das empresas no esporte cresça ainda mais. “Acho que se isso for evoluindo cada vez mais, a tendência é que a Superliga (e, logo, o vôlei) venha a ser um esporte bem visado pelos brasileiros”, almeja a jogadora.

Um dos fatores essenciais para esse investimento é a visibilidade, já que a competição é transmitida nos canais SporTV (canal fechado) e Esporte Interativo (UHF e satélite), enquanto a TV Globo passa somente alguns jogos das finais. Em palestra na Universidade Nove de Julho (Uninove), em abril de 2011, o apresentador do Globo Esporte, Tiago Leifert, disse que, mesmo dando baixos índices de audiência, a emissora continua transmitindo as partidas de vôlei e de outros esportes olímpicos, porque a direção considera importante esse incentivo.

Uma jogada de mestre

Um dos trunfos da Superliga nos últimos anos é a volta de jogadores da seleção brasileira que estavam no exterior, além da vinda de atletas estrangeiros. Os principais nomes internacionais são o tcheco Filip (Vivo/Minas), os cubanos Camejo (Vôlei Futuro/Araçatuba), Herrera e Daimi (Usiminas/Minas), e as norte-americanas Dani Scott (BMG/São Bernardo), Stacy (Vôlei Futuro/Araçatuba) e Hooker (Sollys/Nestlé).

“A Superliga tem evoluído a cada ano que passa. Agora, vindo mais estrangeiras e jogadores de seleção brasileira que estavam lá fora, a tendência é melhorar cada vez mais”, assegura Jaqueline, que, depois de três temporadas nas ligas italiana e espanhola, voltou a uma equipe brasileira em 2009, motivada pelo crescimento da competição nacional e pela saudade da família.

O ace

No entanto, o principal ingrediente dessa mistura de sucesso da Superliga é o público. Cada vez mais, as equipes mobilizam torcedores apaixonados em suas partidas. É o caso dos Loucos de Osasco, torcida organizada do time da cidade, principal clube do voleibol feminino no Brasil, junto com o Unilever, do Rio de Janeiro.

“Desde que começou o vôlei aqui, em Osasco, eu acompanho”, afirma Jonas Alves, que assim como seu colega Michel Guedes, criou uma ligação com a equipe desde o início, quando ainda era BCN/Osasco. “Aqui é a nossa segunda casa”, declara Michel, revelando que o voleibol se tornou um esporte viável para a população mais humilde da cidade, já que as entradas para as partidas são sempre livres.

Adonis Nogueira, que também se tornou torcedor na mesma época, admite que a raça das jogadoras é um dos motivos que o levam a assistir aos jogos. “Você vê o crescimento do vôlei. Isso incentivou a minha filha, que hoje está com 10 anos. Ela faz vôlei no projeto do Bradesco (ex-patrocinador do time profissional, que manteve o projeto com o time juvenil)”, conta o pai orgulhoso da filha, Larissa Nogueira, que confessa seu maior desejo: “meu pai e minha mãe me verem aqui jogando junto com elas”.


Ficou interessado no assunto? Confira a entrevista completa com a jogadora de vôlei Jaqueline Carvalho, capitã do time de Osasco, sobre o crescimento do esporte e da Superliga:


Jornada cultural rouba a cena na periferia paulista

sexta-feira, 27 de abril de 2012 1 comentários

 Hell uma jovem rica e consumista se apaixona por  Andreas
 Foto: Lillian
Em uma metrópole marcada pelas diversidades culturais, econômicas e sociais é evidente o abismo cultural que sempre separou a periferia dos grandes centros urbanos. Neste cenário de exclusão, a criação de políticas públicas voltadas para inclusão da arte em comunidades carentes de São Paulo, entra em cena na tentativa de aproximar crianças, jovens e adultos do exercício da cidadania. Atualmente o Projeto Céu é Show criado pela Secretaria da Municipal da Educação em parceria com a Prefeitura de São Paulo, em 2010 tem elevado a auto-estima de quem mora próximo aos 45 Centros Educacionais Unificados (CÉUs). As atrações que são gratuitas variam entre peças teatrais com atores e diretores renomados como na peça “Hell” interpretada pela atriz Bárbara Paz, até shows de hip-hop, pop e MPB com direito a apresentações de Toquinho. Segundo a coordenadora do projeto Margareth Tamburu, o objetivo do Céu é Show é levar cultura de qualidade as periferias de São Paulo. “Pra nós isso é um diferencial muito grande pessoas que nunca tinham ido ao teatro agora estão indo, eles veem o artista cantando e encenando a pessoa muda, ele entra e já não saí do mesmo jeito”.


Dá opressão para os palcos

Gabi recita verso de Carlos Drummond
 Foto: Luana Santana
Seguindo o conceito do “Teatro do Oprimido”, método cujo objetivo é levar as produções teatrais para o público popular, a companhia teatral Enchendo Laje e Soltando Pipa, que atua desde 2004, no Céu Três Lagos, região do Grajáu zona sul da capital, colhe os primeiros resultados positivos da inserção da arte na comunidade. O grupo que possuí 13 integrantes e tem no currículo a autoria de duas peças ganhou pela segunda vez o apoio financeiro do programa de Valorização de Iniciativas Culturais, da Secretaria Municipal de Cultura, o VAI que custeia ideias desenvolvidas por moradores de regiões carentes de São Paulo. Através da encenação de temas como preconceito racial, aborto e drogas, a companhia oferece ao público a chance de conhecer o fazer artístico, por meio de oficinas, palestras, saraus e ensaios abertos. Para o ator Fábio Souza é importante levar arte para esse público que se sente por fora.

“Existe muita coisa legal acontecendo em São Paulo, só que fica muito velado aos grandes centros”. Segundo o professor e coordenador Acácio Batista, a escassez de movimentos artísticos na região foi a inspiração para a criação do grupo. Essas iniciativas demonstram que a criação de programas de incentivo ao desenvolvimento da produção cultural local é relevante, pois para muitas crianças e jovens ter a oportunidade de gastar seu tempo livre em atividades artísticas e culturais pode ser crucial no combate a criminalidade e a violência.

Das praias brasileiras para o Mundo

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Exportação de moda praia movimenta a economia e o setor de indústria têxtil



Foto: Divulgação
Segundo a ABIT, Associação Brasileira de Indústria Têxtil, em 2010 as confecções brasileiras produziram 299 milhões de peças moda praia, U$ 2,4 bilhões. Cerca de U$ 12 milhões somente de peças exportadas.

Para incentivar as exportações, a associação em parceria com a Apex, Agência Brasileira de promoção de Exportações e Investimentos, promove o TexBrasil. Criado em 2001, a ABIT destaca que o projeto desenvolve programas estratégicos para auxiliar o setor na exportação da produção.

O jeito brasileiro espalhado pelo Planeta

Cortininha, asa-delta, engana mãe-mãe, tomara-que-caia, fio dental; liso ou estampado. Existe no mercado atualmente uma diversidade de modelos de biquínis. Criado em 1946, pelo francês Louis Reard, a peça foi classificada como indecente, por deixar a mostra o corpo das banhistas.

A popularização da peça ocorreu ao poucos. Atrizes, como Brigitte Bardot e Marilyn Monroe, ajudaram a difundir o uso do biquíni. No Brasil, na década de 60, a garota de Ipanema, Helô Pinheiro, foi imortalizada por Tom Jobim e Vinicius de Morais.

65 anos depois da sua invenção, o biquíni é usado em praias do mundo inteiro. A consultora e produtora de moda, Bárbara Mello, afirma as pessoas se vestem conforme sua cultura local: “as diferenças culturais acabam influenciando diretamente em todos os segmentos de moda, principalmente o de moda praia”.

Bárbara ressalta que as brasileiras preferem o modelo fio-dental, enquanto norte-americanas e européias adotam o “fraldão”: as brasileiras costumam usar biquínis mais cavados e pequenos. Já as européias e norte-americanas são mais conservadoras, utilizando biquínis maiores, partes de baixo grandes”.

Porém, a preferência quanto ao modo de se vestir na hora de ir à praia não inibiu a exportação de não só de biquínis, mais também de maiôs, sungas, e saídas de banho.

Nicolas Katsorchis, dono da marca Mar Egeu, explica que a confecção fabrica roupas moda praia há 16 anos. A empresa, fundada em 1967, produz anualmente 120 mil peças. Metade é distribuída no país, principalmente em São Paulo - a outra parte da produção é exportada, para a Europa e EUA, totalizando 36 países.

Desenhadas por estilistas próprios e terceirizados, Nicolas destaca que as peças exportadas demonstram o gosto do Brasil: “as peças podem ser adaptadas ao gosto local, mas prezamos em levar o jeito brasileiro de se vestir ao outros países”, explicou.

Já a consultora de moda lembra que mesmo na praia é possível ficar elegante: “qualquer segmento da moda, seja um traje mais casual, chique ou moda praia é necessário ter bom senso em relação ao que combina com o seu tipo de corpo. Muitas mulheres ficam elegantes usando moda praia, combinando com cangas, saídas de praia, chapéu e acessórios, completou.

 
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